Projeto em desenvolvimento para Lisboa. Ainda não abriu ao público.
Escreve com luz.
BE>AM é um museu de light painting pensado para Lisboa: uma torre de onze andares onde cada piso ensina uma peça da fotografia, da escuridão total ao céu aberto.
Passa o cursor pelo escuro. Estás a pintar com luz.Arrasta o dedo pelo escuro. Estás a pintar com luz.
O prédio é uma lente.
Cada andar tem o nome de um stop inteiro de uma objetiva, do f/1 na entrada ao f/32 no terraço. Subir um andar é fechar o diafragma um stop: metade da luz, mais profundidade de campo.
Por isso o vidro muda à medida que sobes. Fosco em baixo, onde o mundo lá fora é só desfoque. Cristalino no topo, onde Lisboa entra em foco até ao horizonte.
Roda o anel e sobe a torre.
Onze andares, uma subida.
Quem entra, a partir dos 7 anos, sem saber nada de fotografia, sai a perceber luz, foco, ISO, abertura, composição e velocidade. Depois junta tudo no photobooth.
No f/8, a fotografia é tua.
"f/8 and be there" é a velha regra do fotojornalismo. No photobooth do BE>AM, quer dizer juntar numa só imagem tudo o que aprendeste nos andares de baixo. Experimenta.
- Escolhes o padrão de lasers no iPad.
- Uma voz guia-te pelas luzes no chão até ao centro.
- O flash dispara e congela-te.
- Só então os lasers desenham o padrão atrás de ti.
- A foto sai impressa.
De dia guarda o sol. À noite abre-se ao céu.
O terraço, no f/32, é coroado por um teto em forma de diafragma. As lâminas têm painéis solares e fecham-se de dia. À noite abrem-se, e o Beam sobe por um centro que nunca fecha.
Museu de dia. RUSTIK à noite.
No f/22 a escada acaba e fica só o Beam nu. É aí que vive o RUSTIK: uma boate em metal oxidado, com light painting como decoração viva e o Beam no centro da pista.
É também o que sustenta o museu. O edifício trabalha quase 24 horas, e quem vem à boate usa elevadores panorâmicos próprios, sem acesso aos andares do museu.
Quem visita torna-se Beamer.
À entrada, cada Beamer recebe o Kit do Explorador: uma mochila transparente com uma lanterna de luz branca e UV, óculos de difração que transformam a luz em arco-íris, e o Passaporte Beamer.
Cada andar carimba a sua página com o diafragma desenhado nesse stop exato. Folheando o passaporte, vês a abertura a fechar, tal como o prédio.
Ajuda a acender a primeira luz.
O BE>AM está a ser construído por fases, para que cada passo se aguente sozinho e reduza o risco do seguinte. Procuramos parceiros para o piloto.
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O conceito
A ideia, as imagens, a jornada andar a andar e a apresentação. Feito.
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O piloto
Um andar-piloto ou um pop-up de uma a três salas: um conceito ensinado, o photobooth, o kit e a app. Prova o método por uma fração do custo.
À procura de parceiros -
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A torre
Os onze andares, o Beam e o teto-diafragma solar, construídos sobre o que o piloto provar.
Formas de participar
- Marcas de câmaras e imagem. A Experience Store do f/16, e o equipamento com que os Beamers aprendem.
- O Kit do Explorador. A lanterna que cada Beamer leva para casa e continua a usar lá fora.
- Tecnologia de luz, som e energia. Projeção, lasers, som imersivo, telhados solares.
- Escolas, cultura e cidade. Um lugar onde Lisboa aprende a ver.
Feixes de luz assim já iluminaram Londres, Dublin e Paris.



Perguntas
O museu já está aberto?
Ainda não. O BE>AM é um projeto em desenvolvimento, à procura de parceiros para construir o piloto. Não há bilhetes à venda.
Onde vai ficar?
Em Lisboa. O local exato ainda não está definido.
Para quem é?
Para qualquer pessoa a partir dos 7 anos, incluindo quem não sabe nada de fotografia. Famílias, escolas, entusiastas e criativos.
Vou precisar de uma câmara profissional?
Não. A ideia é dominar a câmara que já tens no bolso: o telemóvel.
Como posso acompanhar o projeto?
Envia um email e recebes notícias de cada passo, a começar pelo piloto.